3 ideias para potencializar o uso dos cursos de catálogo

Você certamente já ouviu falar e conhece o conceito dos cursos de catálogo: são cursos on-line prontos para serem disponibilizados por meios tecnológicos diversos, tais como computadores, tablets e até mesmo smartphones.

São cursos que abordam temas genéricos, que normalmente introduzem conceitos fundamentais e podem ser aplicados amplamente dentro de uma organização. Alguns exemplos de temas bastante populares são: Boas Práticas de Atendimento ao Cliente, Segurança Digital, Administração do Tempo, Feedback, dentre outros.

É comum encontrarmos organizações que buscam cursos de catálogo simplesmente para lançar a sua plataforma educacional, de modo a ofertar um “cardápio” mais abrangente para os seus diferentes públicos.

Podemos dizer que essa é uma estratégia inteligente, mas na prática os cursos de catálogo podem se mostrar muito mais úteis dentro de diferentes aplicações, potencializando os seus benefícios. É justamente isso que veremos a seguir.

Antes, vale a pena pontuarmos que todo trabalho consistente e bem planejado requer elementos centrais (essenciais), uma linha de evolução e também elementos complementares. Quando pensamos em um plano educacional corporativo, o cenário não é diferente:

·         Precisamos de cursos ou objetos educacionais que contenham os conteúdos principais ou axiais para capacitar um determinado público;

·         É necessária a elaboração de uma linha evolucional – parte-se de um nível de conhecimento e pretende-se que o aprendiz evolua até um patamar mais elevado que o inicial;

·         Muitas vezes o conteúdo principal necessita de elementos de apoio ou complementares, que reforcem ou auxiliem na compreensão da mensagem central, ou que possam preencher lacunas com conhecimentos não tão específicos quanto o central, porém não menos importantes.

Vamos explorar abaixo 3 aplicações que podem potencializar os benefícios dos cursos dentro de um contexto educacional corporativo:

1.      Complementar e reforçar as trilhas de aprendizagem

Nesse exemplo, os conhecimentos mais genéricos ou introdutórios poderão fazer parte de uma determinada trilha de aprendizagem, justamente como cursos de catálogo (também chamados popularmente de cursos de prateleira).

Uma trilha de aprendizagem consistente normalmente inclui diferentes módulos que conduzem o aprendiz dentro de uma jornada educacional estruturada, normalmente sequencial, e que envolve diferentes momentos de aprendizagem.

Os cursos de catálogo podem se encaixar muito bem como partes dessa trilha, justamente para apresentar ou introduzir conceitos que serão a base para a posterior compreensão de conhecimentos mais específicos ou avançados, não necessariamente abordados nos cursos de catálogo.

Isso facilita a composição de uma trilha, pois os cursos de catálogo já estão prontos (“na prateleira”) e não demandam o tempo de criação e desenvolvimento dos cursos personalizados, além de envolver um investimento inferior.

2.      Fomentar a autoformação / autoaprendizagem

Outra possibilidade muito interessante é abrir os cursos de catálogo para todos da organização, dentro de um conceito mais democrático e amplo de autoformação. Qualquer colaborador pode consultar um catálogo de cursos abertos e escolher quais cursos gostaria de fazer.

Aqui estamos falando de cursos não-obrigatórios, ou seja, não atrelados a uma trilha de aprendizagem. O colaborador pode ser orientado pela sua liderança ou até mesmo mirar planos de carreira da organização para planejar e conduzir o seu desenvolvimento.

Esses cursos abertos também podem ser associados a um sistema gamificado de gestão, que atribuirá pontos positivos aos funcionários, que espontaneamente os fizerem, de modo a fomentar a autoaprendizagem por meio do reconhecimento interno.

3.      Equalizar conhecimentos

Os cursos de catálogo também funcionam como pequenas peças nas mãos dos gestores de programas educacionais corporativos, durante o processo contínuo de abastecimento da arquitetura de treinamento.

A aplicação dos cursos de catálogo para preparar um determinado público, equalizando os seus conhecimentos antes de coloca-los diante de um projeto ou de um programa educacional mais avançado também é uma estratégia eficiente para garantir maior assertividade.

Também podem ser usados para dar início a um programa neófito de educação digital na empresa, habituando os funcionários ao uso de um recém implementado LMS, de modo a aculturar o público gradualmente.

Enfim, com essas peças à disposição, o bom profissional de gestão educacional corporativa percebe o valor agregado que possuem e trabalha com esses verdadeiros “coringas”, enriquecendo e favorecendo seus projetos e objetivos.

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1 comment

  1. Marcelo dos Anjos da Fonseca

    Olá, bom dia.
    Ótimo artigo, também acredito que as opções de cursos prontos são uma excelente estratégia por parte da gestão educacional da empresa. Alguns temas são coringa no desenvolvimento das equipes.

    Obrigado por compartilhar, abraços

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